Num contexto de projeto de grupo académico (Docentes: Miguel Ferreira e Pedro Motta da Silva; Discentes: Diogo Pereira, eu, Francisco Abrantes, Laura Paulino, Mariana Neto e Rodrigo Marques, foi proposto o desenvolvimento de 3 vídeos usando pelo menos: 3 exemplos de manipulação temporal (loop, analepse, prolepse, compressão temporal, distensão temporal); 3 exemplos de manipulação espacial (Montagem Alternada, Split Screen, Match-Cut, Jump-Cut) e 3 exemplos de pendor estético (Montagem Hip-Hop > Montagem Criativa, o Plano Sequência, Montagem Paralela, B-Roll, Transições). No final foi ainda proposta a criação de uma instalação de vídeo original, tendo como conceito de base o “tempo”. As instalações foram produzidas e apresentadas na Fábrica da Criatividade, em Castelo Branco, com um vídeo do making-of.

Sinopse:
A vida é uma passagem temporal que nos completa com bons e pérfidos momentos. Sem eles, existira uma limitação no nosso crescimento e na forma com que vemos as coisas ao nosso redor. Estes, são determinantes na vida de uma pessoa, são passagens boas e más, divididas por barreiras temporais, onde tudo o que é do nosso agrado, passa num ápice, sem sequer que nos deparemos com tempo. O resto num impasse desgastante, lento e deveras melancólico. São lapsos temporais que intervalam a nossa existência, as nossas vivencias, o nosso futuro. Lapso é falta, ausência, falha.

Memórias vestidas pelo que já não existe, por passado e por presente.

Esta obra é reflexão disso mesmo, momentos do que já passou, reminiscências daquilo que já não volta. Molduras são lapso, são imagens que nos fazem recordar e reviver momentos.
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